Pular para o conteúdo principal

Attached to this message

I need just one cup of coffee to be entirely happy right now. I was repeating to myself walking around the bay, crystal clear water, smell of salt and good memories around. So in no time I was sitting there, reading my book, taking peaks out the window and feeling entirely happy, with that coffee. Complete. Such a foreign feeling for those who inhabitant big cities like Moscow and get used to having meals and breathing in and out when they remember to. I was stroke by so many moral questions, but in this peaceful state of mind, on an island in the middle of nowhere, they were more and more evident, as, in the human nature, the only real issues tend to be moral, not financial or where did I leave my keys-wise. They were all spreading out the surface. I dove in. Not in the sea I was staring at blue blue water, so inviting and salty and bond to cure everything. I dove into these moral questions. I had long pursued the idea of love as attachment. Having exercised that for years, it obviously didn’t live to tell history. So I laid that aside, to say it lightly. Except for this: I know for a fact that love should not be translated into possession. Love someone who you are able to love with or without you. Love someone whose day you do not possess entirely. And I have to admit that being a believer of the private property, this goes against those beliefs. But there is no place in political world views in this branch of life. Love should be treated like the culture ministry, alien to everything that’s bureaucratic and written on paper, only job being to express itself in as many ways as it can. Loving someone at the end of the day is truly letting them go, truly believing that if they are happy without you, or with you, you will be just as accomplished and taking a well-done-good-job feeling back home. I have decided to break with the social contract of loving a person irrationally, unconditionally. One should always set these boundaries and rules, without being too formal, just as far as to protect the individual being of each party. The right to come and go, and if you’re lucky: to stay. Loving someone is always being able to let them go, but just truly hoping they will come back on their own.  Love is not attachment. It’s detachment. And it’s a natural flow. 

[Written in Larnaca, Cyprus, in a very very relaxed state of mind]

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Três detetives e nenhuma solução para a vida

A Tv da cozinha está ligada e eu não sei exatamente com que propósito. Há poucas coisas piores que tv brasileira, e é a russa. Absolutamente nada é legendado, tudo é dublado com um monotom que segue por suas duas horas de filme. Às vezes é só um homem dublando todos mudando a entonação da voz (sim, isso existe). Então eu não sei por que exatamente eu preciso dessa Tv ligada, mas talvez seja pela graça da companhia. São 9 da noite de um feriado que eu não entendo completamente o significado, hoje não tive aula e acordei cedo para estudar. Próxima semana tenho deus sabe lá quantas provas, tudo que eu sei é que minha agenda está cheia de anotações como uma pessoa louca. Nunca fui uma pessoa de reclamar infinitamente e me enterrar nessa conformidade de cara feia, o problema é que eu sei que sou perfeitamente capaz de encarar isso tudo, mas com esse inverno que vem batendo a minha porta o level de dificuldade sobe, a vontade de viver cái. Meus dias não têm sido tão ruins. Na verdade quando ...

Uma linha reta é um zigue-zague.

Eles dizem que de um ponto podem partir infinitas retas. Em teoria, é pura geometria. Na Rússia a teoria é posta em prática de um jeito que bota a paciência de dezenas de pessoas numa panela de pressão até que a panela exploda, a dona de casa contraia uma queimadura facial e paramédicos na ambulância passem a dizer que os médicos que vão tratá-la são os melhores quando eles realmente não sabem se há ali dano em algum nervo facial. Em outras palavras: caos. Então eu estou sentada em um corredor esperando para tirar uma raio-x de check-up. Há como que três pessoas na minha frente e eu simplesmente sento lá e penso, bem, a partir do ponto que todas elas forem, eu entro, é matemática simples. Chegam mais pessoas. Eu sento, espero, me sinto ansiosa e inútil, com a única expectativa que uma pequena porção de radiação passe, por favor, pelos meu tórax neste confuso dia de primavera (o episódio se passou em meados de Abril). O resto do meu dia não estava planejado, eu acordara apenas pela pequ...

Vá invadir o seu.

[ Após sair do restaurante italiano e ganhar desconto para a boate do italiano dono do restaurante porque a sua nacionalidade fora revelada e você arranha, sim, no italiano, e os melhores amigos aqui do outro lado do oceano ] "Policiais e gangsters trocando tiros pelas ruas, e ainda assim dormirei de portas abertas. Pouco importa que entrem meliantes pela minha casa, e mendigos e aleijados e leprosos e drogados e malucos, contanto que me deixem dormir até mais tarde." - Leite Derramado, Chico Buarque Essa citação me lembra de um inconveniente, pela lei dos eufemismos chamemos assim... Que me ocorreu da última semana pra cá, e o que explicaria minha ausência, junto com os livros que devem ser estudados e a minha mania de ler a literatura que me interessa e não os livros que me fornecerão diplomas. Bem. Existem pessoas que gostam de invadir o seu computador. Existe gente muito desocupada, quando isso se junta, o Windows te grita que pode "haver um hacker mal-intencionado...