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Mostrando postagens de Outubro, 2010

Para o Paulinho, escrito há três anos.

Hanging out with the craziest lot
that habitate my mind
So full of companies, so alone, but hidden.
Well done.
You see, it's not you I miss, it's the world I can't forget.
You're the thing I can't ever get.
The world is too big to ignore.

So don't want to make up my stupid bets.
Not again.
This time I have no gain.

The biggest world I've ever been.
The craziest thing I've ever seen.
Planet Earth gets lost and we can't achieve the 2nd square.
Nature is sad for me.
Sorry for what I have been
I shout
- I'm a little jerk.
But that's what we're meant.

Sometimes I get lost in my mind.
Cause it has got streets, cadilacs, people and parties.
And it's far too big, as big as the world feels
Big as the scar planet earth can't heal.

And I think that's what the world is made of.
A little of imagination, cads, people, parties and streets.
That's what I'm trying to step off
Can't scape
But it's what I got.

You came into my thoughts.
You had no hall pa…

Para sempre agora

Me criei. Cresci dentro de mim. Não implodi, mas vivi sempre no meu limite. Me apaixonei para sempre muitas vezes, o para sempre que dura só agora. Quis voar mas tive indisposição, nunca duvidei que fosse impossível. Nasci sem instruções, tive curiosidade e descobri sozinha. Tive pressa. Quis sempre ir até o final. Fui quase inconsequente, mas sou lírica falando apenas em impulsiva. Moro dentro de mim e estudo minhas composições e sei, somente sei, que a única constância das coisas é a inconstância, e pela alotropia das coisas mundanas, por ser grafiti quase fui diamante. Ainda não tenho instruções, não explodo sempre de amor, mas sim o tempo todo, não quero para sempre, quero agora.

Ontem quase explodi de amor, não implodi. Obrigada vocês, componentes obrigatórios da minha pátria.