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Para o Paulinho, escrito há três anos.

Hanging out with the craziest lot that habitate my mind So full of companies, so alone, but hidden. Well done. You see, it's not you I miss, it's the world I can't forget. You're the thing I can't ever get. The world is too big to ignore. So don't want to make up my stupid bets. Not again. This time I have no gain. The biggest world I've ever been. The craziest thing I've ever seen. Planet Earth gets lost and we can't achieve the 2nd square. Nature is sad for me. Sorry for what I have been I shout - I'm a little jerk. But that's what we're meant. Sometimes I get lost in my mind. Cause it has got streets, cadilacs, people and parties. And it's far too big, as big as the world feels Big as the scar planet earth can't heal. And I think that's what the world is made of. A little of imagination, cads, people, parties and streets. That's what I'm trying to step off Can't scape But it's what I got. You came into my th...

Para sempre agora

Me criei. Cresci dentro de mim. Não implodi, mas vivi sempre no meu limite. Me apaixonei para sempre muitas vezes, o para sempre que dura só agora. Quis voar mas tive indisposição, nunca duvidei que fosse impossível. Nasci sem instruções, tive curiosidade e descobri sozinha. Tive pressa. Quis sempre ir até o final. Fui quase inconsequente, mas sou lírica falando apenas em impulsiva. Moro dentro de mim e estudo minhas composições e sei, somente sei, que a única constância das coisas é a inconstância, e pela alotropia das coisas mundanas, por ser grafiti quase fui diamante. Ainda não tenho instruções, não explodo sempre de amor, mas sim o tempo todo, não quero para sempre, quero agora. Ontem quase explodi de amor, não implodi. Obrigada vocês, componentes obrigatórios da minha pátria.

Feliz Natal.

Ultimamente músicas de natal têm tocado o tempo inteiro na minha cabeça. Acho que é o instinto de sobrevivência depositado no natal, essa capsula de mentira que dura uma virada de noite. Várias coisas me irritam, apesar de eu achar que amo mais que desprezo. Mas em especial, as pessoas com cautela têm me irritado. As pessoas que calculam suas ações, guardam dinheiro, etc. Queria que em pleno Outubro todo mundo incorporasse aquele tio bêbado do natal e fosse menos cauteloso. Um Natal, um feliz Natal, muito amor e paz pra você. Feliz Natal.

Até em 2010, o Brasil não tem direito de querer ser ou admirar mais a Itália de 1534. O Brasil é, na falta de adjetivo mais lisonjeiro, só brasileiro.

Em 1534 Michelangelo começou a pintar o teto da Capela Sistina, que é realmente bonito e como não-católica eu admito o fato quantas vezes me pedirem. Eu tenho um poster. Eu disse eu tenho um poster . Em 1534 o Brasil ia e vinha com a história das capitanias hereditárias, esse trecho que todo mundo leu em um livro da terceira série até o terceiro ano do ensino médio. O que realmente me bota para pensar como é injusto querer acompanhar isso, até hoje em dia. Brasil querendo ser alguma outra coisa que não é Brasil, Brasil querendo pintar tetos de capelas numa terra nem declamada porque as capitanias deram lugar para tetos de capelas que nem existem. Jurei que não faria uma crítica patriótica do tipo, porque nós já ouvimos isso, mas no dia da independência do Brasil, e nesse dia não havia mais nada acontecendo, nenhum brasileiro no meu campo de visão se pôs de pés pelo seu país. Eu sei que passei meses reclamando de como os russos tinham que ser patriotas sobre uma guerra que do meu ponto ...

Há dois quilos

Há dois quilos de você escondidos no meu coração. E penso em você com o travesseiro Meu bate-bate dorme tranquilo, sorrindo. Há dois quilos de você dobrados cuidadosamente na minha imensidão Há dois quilos de densidade de você que me esmagam escondidos no meu coração.

A independência do Brasil e a independência da poesia brasileira

Estou sentada aqui com uma bandeijinha de café-da-manhã e são 22:32 da noite, quando lembrei de que tinha me prometido postar hoje e não amanhã, que está programado para acontecer em uma hora e meia. Tinha prometido falar do livro dos poemas brasileiros, "Os cem melhores poemas brasileiros do século" , que me encantou as tardes e a sanidade. Li-o gradualmente, dosado. Tem doses de boniteza que só se absorve gradualmente. Olha, e só confirmo o que eu sempre dizia quando detalhava as funções das línguas que eu falo: o português é língua para poesia. Nasceu assim, traçado, predestinado para versos. O que me intrigou logo ao abrir o livro foi não conhecer o organizador e seguidamente não achar nenhuma nota no próprio livro sobre Italo Moriconi , que me desculpem os bons se ele é um desses seres famosos, mas que ele ainda não pousou no meu mundo e por aqui não fez fama, defendo eu. Depois achei de muito bom gosto e charme a divisão do livro, o que já me fez esquecer Italo, olhar...

Harém amarelo

Para isso fomos feitos [...] Por isso temos braços longos para os adeuses Abro as portas que não têm nada de galante ou imponentes, e lá estão eles. São pessoas que se podem conversar. Acho que nos dias de hoje as pessoas estão mais desesperadas por uma conversa do que por sexo. De alguma forma que vai contra a Evolução e Darwin, eu tenho a impressão de que todo mundo vai ficando mais burro. Sou chata, péssima, mas até adoro. Nada de cor vermelha nesse aposento. A conexão entre o vermelho e o erotismo é piegas demais. Piegas como querubins e conselho de tia. Abram espaço para os homens da minha vida. Eles nasceram, ou vieram ao meu conhecimento por meio do meu ócio. A única coisa que eu tenho feito ultimamente é ler livros, tocar violão e seguir uma lista de filmes de uma revista francesa que eu mal consigo pronunciar o nome. Mas eu resolvi dar um jeito nisso, a minha filosofia de vida é: "quem aprendeu russo, aprende x", sendo x um número real e que se estende até pelos ima...